Ricardo Guimarães apresenta a lista da PróGenéricos das dez maiores empresas da indústria farmacêutica brasileira em 2014

 

Nos últimos anos, a indústria farmacêutica brasileira tem tido um bom desempenho nas vendas de medicamentos. Um dos principais responsáveis pelo progresso no setor, segundo o que observa o empresário brasileiro, presidente do Banco BMG, Ricardo Guimarães, é o segmento de genéricos, que corresponde a um quarto da receita da área.

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De acordo com informações da entidade que reúne os principais laboratórios na produção e venda de medicamentos genéricos no Brasil, a chamada PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos), em 2014 foram vendidos 871,7 milhões de unidades, o que implica em um montante de R$ 13,7 bilhões para a indústria farmacêutica. Isso significa 18,5% a mais considerando os valores de um ano antes. A presidente executiva da PróGenéricos explicou que quando a economia não progride e existe um risco de comprometimento na renda, por conta dos preços cerca de 60% mais baixos do que os outros produtos, os genéricos ganham ainda mais relevância.

O presidente do Banco BMG, Ricardo Guimarães, apresentou uma série de dez empresas que se destacaram no mercado farmacêutico, em 2014. A lista foi feita pela PróGenéricos, a entidade se baseou em dados da empresa IMS Health.

A EMS Corp se destaca em primeiro lugar, ela abocanhou cerca de US$ 3,4 bilhões, o montante foi 5,79% superior ao de 2013. Ricardo Guimarães ainda salienta que 62% do valor total faturado, ou seja, cerca de US$ 2,084 bilhões, é proveniente da venda de genéricos.

A Hypermarcas levou US$ 2,69 bilhões em vendas de remédios no Brasil, 11,43% superior ao ano anterior. Foram US$ 817 milhões em genéricos. Entre as dez empresas do setor mais bem sucedidas em 2014, o presidente do Banco BMG chama atenção para a que ocupa a terceira posição, a Sanofi foi a única que diminuiu a receita no período. Ela ganhou US$ 2,291 bilhões, uma queda de 9,42% em relação a 2013. As vendas do segmento dos genéricos somaram US$ 1,123 bilhão.

Com um ganho de US$ 1,779 bilhão, a Novartis aparece em quarto lugar na pesquisa da PróGenéricos. Os valores em genéricos contabilizaram US$ 591 milhões. Em quinto está a Aché com US$ 1,527 bilhão faturados no ano, 8,73% superior aos valores de um ano antes. US$ 433 milhões em genéricos.

A Eurofarma aparece em sexto lugar, segundo o que destaca o presidente do Banco BMG, Ricardo Guimarães, foi ela que apresentou o maior crescimento em relação ao ano de 2013, cerca de 18%. A empresa ganhou US$ 1,33 bilhão em vendas de farmacêuticos, sendo que US$ 627 milhões foram em genéricos. Em seguida esta a Takeda Pharma com US$ 869,3 milhões, 1,15% a mais que o ano anterior. No entanto, a Takeda não se consolidou entre as dez que mais venderam genéricos no Brasil, sobressai Ricardo Guimarães.

A empresa Bayer está em oitava posição, mas assim como a Takeda, não está entre as dez maiores vendedoras de genéricos do país. Com a soma de US$ 766,3 milhões faturados em vendas de medicamentos, foram 6,21% a mais que 2013. A Pfizer conseguiu US$ 736,6 milhões e o nono lugar da lista. Foram 0,66% acima do ano anterior.

E, por fim, quem conquistou a última posição do ranking, com US$ 658,9 milhões em medicamentos vendidos no Brasil, foi a companhia britânica GSK, cerca de 1,33% superior ao ano de 2013. Ela também não faz parte das dez maiores vendedoras de genérico no Brasil em 2014, lembra o presidente do Banco BMG.

Veja também na reportagem da Exame: Fusão Pfizer e Allergan é a segunda maior da história

 

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